terça-feira, outubro 12, 2010

Tunis acolhe conferência sobre economia africana


A Conferência Económica africana vai decorrer de 27 a 29 do mês em curso, em Tunis, a capital da Tunísia, na presença do director-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Pascal Lamy, e do Primeiro-Ministro tunisino, Mohammed Ghannouchi, informou o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD). Sob o lema “Estabelecer um Plano de  Acção para o Relançamento Económico e o Crescimento a Longo Prazo de África”, a reunião é organizada pelo BAD e pela Comissão Económica das Nações Unidas para África (CEA). Tem a participação dos ministros das Finanças  e governadores de Bancos Centrais.

quinta-feira, setembro 30, 2010

Guiné-Bissau caminha para o perdão da dívida

Bissau - A Guiné-Bissau poderá chegar ao ponto de conclusão da Iniciativa HIPC até o final do ano, de acordo com o optimismo mostrado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
Já o ministro das Finanças, José Mário Vaz, depois de revelar as proezas económicas atingidas até agora, disse que a situação actual é difícil e é necessário tomarem-se medidas. Apesar de o ano ter começado com grandes ganhos financeiros, no domínio das receitas, o titular da pasta das Finanças afirma que o dinheiro foi aplicado na resolução de problemas nas áreas da Educação, Saúde e em missões de serviço que subiram escandalosamente, assim como na contestada subida do subsídio de representação atribuído aos titulares de órgãos públicos.

José Mário Vaz afirma que a situação o deixou «triste», porque as receitas deviam ser alocadas em investimentos públicos ao nível das infra-estruturas e agricultura, tendo em conta que os apoios orçamentais dos principais parceiros internacionais, nomeadamente o Banco Mundial, Brasil, Portugal, Franca e União Europeia (este último que mais apoios concede ao Governo), calculado em mais de 10 mil milhões de francos Cf, ainda não foram desbloqueados, ou sequer cedidos.

O ministro das Finanças destaca a importância que a União Europeia representa para o país, defendendo que as autoridades políticas devem encontrar uma solução urgente para que o país não se depare com dificuldades financeiras no próximo ano. Como gerir as finanças públicas nos meses que restam até ao final do ano e o que será o orçamento do ano 2011, são as grandes questões colocadas pelo ministro das Finanças.

No capítulo do perdão da dívida externa, grande objectivo de Bissau, o ministro das Finanças, afirmou que foi dado um passo gigante. Segundo Mário Vaz, as autoridades guineenses já cumpriram todos os critérios traçados no programa, assim como todas as metas quantitativas e medidas estruturais para que o país possa ver a sua dívida perdoada.

O chefe da missão do FMI que teve início dia 16 de Setembro, Paulo Drummond, adiantou que o desempenho «satisfatório» no âmbito do programa e progressos inseridos na iniciativa HIPC ajudarão a assentar as bases para que a Guiné-Bissau atinja o ponto de conclusão no final do ano. Paulo Drummond considera que o alívio da dívida no âmbito da iniciativa HIPC e da iniciativa de Alívio Multilateral, em combinação com o alívio da dívida adicional dos credores bilaterais, atenuarão o peso do endividamento e ajudarão a restaurar a sustentabilidade externa e fiscal do país.

Lassana Cassamá
(c) PNN Portuguese News Network

terça-feira, setembro 28, 2010

Angola apoia reforma na Guiné-Bissau com $ 30 milhões

Angola já concedeu à Guiné-Bissau 30 milhões de dólares americanos para a reforma do setor da defesa e segurança deste país, anunciou em Nova Iorque, o secretário de Estado angolano para as Relações Exteriores, George Chicoty.

No termo dum encontro com o grupo de acompanhamento e contato sobre a situação na Guiné-Bissau, George Chicoty afirmou a disponibilidade de Angola para ajudar a Guiné-Bissau.

Afirmou que Angola já ajudou este país no passado e continuará a fazê-lo, acrescentando que o encontro de Nova Iorque devia permitir ver como prosseguir o processo destinado a restaurar a estabilidade e a segurança na Guiné-Bissau.

"Queremos que a situação mude na Guiné-Bissau. Que haja um compromisso das autoridades bissau-guineenses para que a comunidade internacional possa mobilizar-se a seu favor. Este é o espírito geral", sublinhou George Chicoty, cujo país preside à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Participaram na reunião do grupo de acompanhamento e contato da Guiné-Bissau, a Alemanha, o Brasil, o Burkina Faso, Cabo Verde, a Espanha, França, a Gâmbia, Portugal, a Nigéria, o Senegal, bem como as Nações Unidas, a União Africana (UA), a União Europeia (UE) e o Banco Mundial (BM).

sábado, setembro 18, 2010

FMI avalia facilidades de concessão crédito à Guiné-Bissau

Uma missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) está em Bissau para avaliar as facilidades de concessão de crédito alargado ao Governo da Guiné-Bissau, soube a PANA sexta-feira de fonte oficial.

De acordo com uma nota de imprensa do Ministério das Finanças, a missão chefiada por Paul Drumond, que chegou quinta-feira a Bissau, terá encontros com as autoridades locais para as primeiras avaliações no quadro dos arranjos de facilidades de crédito alargado à Guiné-Bissau.

A missão do FMI, que permanecerá até 29 de Setembro em Bissau, "permitirá aos seus técnicos chegar à conclusão do ponto de consecussão das iniciativas para os países pobres altamente endividados".

Na sua fase final, a missão do FMI fará a apresentação pùblica das conclusões preliminares durante uma conferência de imprensa no Ministério das Finanças.

Fonte; Pana

Guiné-Bissau: Governo liquida Empresa de Electricidade e Água

Bissau – O Governo guineense anunciou a liquidação da empresa pública Empresa de Electricidade e Água da Guiné-Bissau (EAGB), possibilitando assim, a participação de capital privado.
A medida foi tornada pública esta quarta-feira, em Bissau, pela ministra do Plano e Integração Regional, Helena Nosoline Embalo, no âmbito da cerimónia de assinatura de um protocolo de acordo com o Banco Mundial (BM), no quadro do projecto de reabilitação dos sectores da energia e água em Bissau.

O referido protocolo, rubricado pela titular da pasta da Economia e pelo Director de Operações do Banco Mundial para a Guiné-Bissau, Habib Fetini, é estimado em mais de 12 milhões de dólares. De destacar algumas medidas do projecto como a separação entre os serviços públicos de fornecimento de electricidade e de água assim como a separação entre meio rural e urbano, no que diz respeito ao fornecimento de luz e água.

De acordo com a ministra da Economia, o Governo pretende com esta iniciativa criar bases para a segurança e sustentabilidade económicas no sector, que igualmente irá requerer o saneamento e a reestruturação dos serviços de produção e distribuição de água e energia, através de uma participação do sector privado.

Nesta perspectiva, a governante salientou, que o fornecimento regular de energia e água à população a preços acessíveis continua a ser um dos principais desafios do Governo, com o apoio de parceiros internacionais, tendo-se já dado importantes passos neste sentido.

Foi neste sentido que, em 2008, o Executivo disse ter conseguido apoios do Banco Mundial e do Banco Oeste Africano de Desenvolvimento para o lançamento de um projecto multi-sectorial de reabilitação de infra-estruturas, no valor de 25 milhões de dólares, com vista a garantir a capacidade de produção da empresa de electricidade na ordem dos 5,5 MW, através da compra e aluguer de geradores, a reabilitação de 76 quilómetros de redes eléctricas de média e baixa tensão, assim como uma extensão de 52 quilómetros de distribuição da rede de água, a construção de 2 169 ramais e 58 furos para os bairros mais populosos da capital.

O apoio à reestruturação da gestão comercial e financeira da EAGB e o fornecimento de 2 400 kits com contadores à referida empresa são, entre outros, propósitos agendado pelo Governo para o melhor funcionamento da maior e a única empresa de luz e água na Guiné-Bissau.

«Enquanto continuar a falta generalizada de energia e água, a Guiné-Bissau dificilmente vai sair do círculo recorrente de pobreza e nem poderá atingir o progresso sócio económico esperado para a consolidação da paz, assim como o relançamento da economia nacional», reconheceu a ministra da economia nacional.

Por outro lado, Helena Embalo referiu que na Guiné-Bissau, o preço da electricidade é mais alto relativamente ao que se pratica na sub-região, tendo acrescentado que «a taxa de electrificação do país é excessivamente baixa, situando-se na ordem dos 17 por cento, com um desproporção acentuada entre as zonas urbanas e rurais na Guiné-Bissau, contra os 30 por cento praticados na CEDEAO».

Segundo os últimos dados do recenseamento geral da população de 2009, das 176 500 habitações recenseadas em todo território nacional, apenas cerca de 7 500 têm água potável.

Fonte: Jornaldigital

quinta-feira, setembro 09, 2010

Banco Mundial financia sector eléctrico de Bissau com 9,97 milhões



O Banco Mundial vai financiar com 12,7 milhões de dólares (9,97 milhões de euros) a reabilitação do sector eléctrico de Bissau, no âmbito de um acordo a assinar na próxima semana.


 
O acordo é assinado na terça-feira pela ministra da Economia guineense, Helena Embalo, e pelo director de Operações do Banco Mundial para o país, Habib Fettini.

A verba servirá para financiar o Projecto de Emergência de Reabilitação do Sector de Electricidade e Águas de Bissau no âmbito do Projecto Multissectorial de Reabilitação de Infra-estruturas.

A Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental e a União Económica Monetária dos Estados da África Ocidental também atribuíram um donativo de 10 milhões de dólares (7,85 milhões de euros) em Agosto no âmbito deste projecto.

A capital da Guiné-Bissau não tem fornecimento permanente de energia eléctrica nem água canalizada. Nas restantes regiões do país o fornecimento é inexistente.

A falta de abastecimento público de energia eléctrica é considerada um dos principais obstáculos ao desenvolvimento económico da Guiné-Bissau.

Fonte: OJE

Empresários espanhóis investem na Guiné-Bissau

Um grupo de empresários da região espanhola da Catalunha está na Guiné-Bissau, onde pretendem investir nos sectores do turismo, transporte aéreo, obras públicas e pesca, de acordo com um elemento do grupo, o empresário José Maria Torres.

 
Falando para a imprensa à saída de uma audiência com o primeiro-ministro guineense, José Maria Torres disse que a delegação, composta por 16 empresários de diferentes ramos de actividade, veio a Bissau de propósito com o objectivo de informar o Governo guineense das suas perspectivas para o país.

"Viemos apresentar ao primeiro-ministro e aos ministros todos os empresários e os projectos que temos em carteira para a Guiné-Bissau. Temos projectos nos sectores das pescas, obras públicas, engarrafamento de água, turismo, transporte aéreo e material de construção", afirmou Maria Torres.

Questionado sobre a data de início das operações da companhia aérea que deverá ligar Bissau e Madrid, passando por Lisboa, José Maria Torres disse que dentro de dois ou três meses será uma realidade.

"Sobre a companhia área, segundo nos informou o primeiro-ministro, poderemos assinar um acordo com o Ministério da Economia dentro de 15 dias, depois disso, penso que poderemos começar a operar entre a Guiné-Bissau e Espanha, dentro de dois, três meses", enfatizou o empresário espanhol.

Recentemente a companhia aérea espanhola Avicargas, das ilhas Canárias, iniciou voos de ligação semanal entre Bissau e Las Palmas, passando por Lisboa, mas transportando apenas cargas.

A também espanhola Agrogeba tem um investimento de cerca de 4 milhões euros, aplicado em exclusivo na produção do arroz para o consumo na Guiné-Bissau. A empresa está instalada na região de Bafatá, no leste da Guiné-Bissau, e conta ter a sua primeira produção de arroz ainda este ano.

"O Governo mostrou-nos que está animado com a nossa presença aqui e prometeu facilidades e apoios para que os investidores espanhóis possam se instalar aqui. O Governo está aberto para nos ouvir e apoiar", indica José Maria Torres.
Fonte: OJE

quarta-feira, agosto 04, 2010

Hillary lamenta corrupção e barreiras comerciais da África

WASHINGTON (Reuters) - As barreiras comerciais, a falta de infraestrutura e a corrupção estão prejudicando os esforços para ampliar e diversificar o comércio da África, disse na terça-feira a secretária norte-americana de Estado, Hillary Clinton.
Prometendo ajudar o continente a superar a pobreza, Hillary disse que a estratégia de comércio e desenvolvimento do governo de Barack Obama salienta "o estímulo a mercados regionais dentro da África, o aumento do comércio e da eficácia da ajuda e trabalho com governos parceiros para promover reformas estruturais e uma gradual liberalização do mercado".
Ela disse a um fórum anual sobre o comércio EUA-África que a Lei de Crescimento e Oportunidades Africanas (Agoa, na sigla em inglês), que dá isenção tributária a mais de 6.400 produtos de países da África Subsaariana nos EUA, não gerou a expansão comercial esperada.
"Derivados de petróleo ainda respondem pela vasta maioria das exportações para os Estados Unidos, e não vimos a diversificação ou o crescimento das exportações que a Agoa deveria estimular", disse ela a uma plateia de políticos e empresários africanos.
O representante de comércio exterior dos EUA, Ron Kirk, disse na segunda-feira que a Agoa deve ser renovada pelo Congresso antes de expirar, em 2015, mas que dificilmente se tornará algo permanente. Entidades comerciais africanas dizem que a natureza temporária do programa desestimula investimentos de longo prazo no continente.
Hillary afirmou que a economia da África Subsaariana deve crescer neste ano mais do que as da América do Sul, Europa e EUA. Mas ela lamentou que uma região com 12 por cento da população mundial responda por menos de 2 por cento do PIB global.
"Muitos dos principais desafios da África - de infraestrutura inadequada a instabilidade política e corrupção - também apresentam oportunidades para soluções de mercado, parcerias criativas e ação responsável do governo, que poderiam produzir um fundamento mais seguro para o desenvolvimento da África."
Ela acrescentou que a região precisa melhorar suas estradas, seu transporte aéreo e suas redes elétricas, para favorecer o comércio e o empreendedorismo. Segundo ela, a corrupção custa cerca de 150 bilhões de dólares por ano para a África, "afasta investimentos, coíbe a inovação e desacelera o comércio".
Hillary citou negativamente também as tarifas elevadas, a corrupção nas alfândegas e a burocracia.
Como um exemplo positivo ela mencionou a Comunidade do Leste Africano, que incorpora Quênia, Tanzânia, Uganda, Ruanda e Burundi num mercado de 127 milhões de pessoas, com PIB conjunto de 73 bilhões de dólares. O bloco aumentou seu comércio em 50 por cento desde que estabeleceu um mercado comum, em 2005, além de reduzir tarifas e harmonizar suas regras empresariais.

terça-feira, julho 27, 2010

Presidente da Comissão da União Africana destaca recuperação económica



Kampala - A economia de África registou no ano passado um crescimento de 1.6 porcento, estando previsto para este um aumento em 4.7 porcento. Segundo o presidente da Comissão da União Africana (UA), Jean Ping, o continente africano retomou a sua recuperação, noticia, nesta segunda-feira (26), o jornal moçambicano Notícias.

Falando na abertura da XV sessão da assembleia da União Africana (cimeira de chefes de Estado e de Governo da organização continental), Jean Ping indicou que 13 países membros registarão um crescimento de 6 a 11 porcento. De entre estes Estados conta-se o Uganda, com 7.9 porcento, e a Etiópia, com 11 porcento.

No entanto, para consolidarem esta tendência de crescimento os países africanos deverão tomar medidas como o aumento de investimentos em infra-estruturas, de forma a estimular a produção, reduzir dificuldades para a sua distribuição e promover o comércio entre os países africanos, informa o enviado do Notícias à cimeira da União Africana, reunida no Uganda.

A comissão da União Africana mobilizou, com o apoio do Banco Africano de Desenvolvimento (AfDB) 7.8 milhões de euros para viabilizar a visão continental do desenvolvimento de infra-estruturas até 2030. Neste âmbito, a Comissão Africana lançou no sábado o Programa de Desenvolvimento de Infra-Estruturas em África (PIDA) preparado em colaboração com o AfDB e a NEPAD.

Outra medida que os países africanos deverão tomar para consolidar o crescimento da economia, segundo Jean Ping, tem a ver com o melhoramento da segurança alimentar que continua a ser um elemento chave no quadro do Programa de Agricultura Global e Segurança Alimentar (GAFSP). Isto conduziria a que “nenhuma criança morra de fome em África a partir dos próximos cinco anos”. Para que isso aconteça, o G8 comprometeu-se a aumentar a sua ajuda em 22 biliões de dólares até 2012.

Perante os lideres africanos, reunidos em Munyonyo, Kampala, Jean Ping indicou que África está a ganhar uma importância estratégica e por isso a atrair a atenção de uma diversidade de parceiros que tem vindo a “bater as portas”, mostrando o seu interesse com cooperar com o continente com base numa parceria mutuamente vantajosa.



Fonte: Africa 21

sexta-feira, julho 16, 2010

Africa’s Successes Show a Continent on the Edge of Economic Boom


SINGAPORE, July 15, 2010 –“Africa is turning the corner and I can say that it is on the path of an economic rebound.” So said World Bank Vice President for the Africa Region, Ms. Obiageli Ezekwesili, during the inaugural Africa Singapore Business Forum held in Singapore on July 14.
“If I had been invited to speak to you a few months ago,” Ezekwesili told the gathering of representatives from Asian and African businesses and governments, “my remarks would have been greatly influenced by the adverse impact from the food, fuel, and financial crises on Africa.”
But, Ezekwesili said, “I believe that the continent is perhaps at the about the same point now as where India was 20 years ago and where China was 30 years ago, just before their economic booms set in.”
This Business Forum, organized by International Enterprise Singapore and the Singapore Business Federation, comes at a time when there is increasing interest from Asian countries, beyond just China, in the myriad of opportunities opening up in Africa.
“Africa is the future of the global economy; and Singapore is, among all ASEAN countries, the largest investor in Africa in terms of cumulative FDI with US$3.5 billion invested across a broad range of industries,” Ezekwesili said. “Singapore is a trading nation and a vital node in global trade flows as the physical gateway to Asia.”
Having reached US$7.49 billion last year, Singapore-Africa trade still only represents 1.45 percent of Singapore’s total trade volume. According to participants at the event, much work is needed to increase awareness of the huge potential that exists in many countries in Africa and to facilitate greater interaction between the regions.
The “Economic Lion”
Just ten years ago, The Economist dubbed Africa “The Hopeless Continent”. This year, The Economist in recognition of the huge dividends that Africa is reaping after some tough choices—mobilizing domestic resources, redirecting wasteful spending, investing in basic education and health, reforming public utilities, and reducing protectionist policies—named Africa the “economic lion” ready to take its place beside the Chinese dragon and the Indian tiger.
Ms. Ezekwesili highlighted the success stories that have helped to open the eyes of the world to a different Africa from one of conflict and tyranny to one of reform and economic stability. Among the successes: Mali’s export sector led by the mango industry, “Nollywood”, Nigeria’s film industry, and Rwanda’s focus on tourism, which is helping boost its economy. Ms. Ezekwesili noted in particular the efforts of women in Kenya to bring Kenyan cut flowers on to the world market.
“These are stories that paint a robust picture of a continent that is clearly on the move,” she said. “Similarly, ICT has had a transformational impact on the continent by enabling access to finance, and enhancing the dynamism and efficiency of the markets.”
Many challenges do remain in Africa, and Ezekwesili pointed out infrastructure as a critical bottleneck.
“Less than 25 percent of the population of Sub-Saharan Africa has access to electricity,” she said. “This compares with 40 percent in other low income regions of the world.”
According to Ezekwesili, energy will be the key sector for future growth in Africa, with a huge deficit to fill. Filling the energy gap alone would increase GDP by two percent, she said.
Regional integration also is expected to support trade and infrastructure development in the continent.
Singapore’s Minister for State for Trade & Industry Lee Yi Shyan noted at the opening of the Forum that as Africa moves forward, Singapore’s experience has a lot to offer the continent.
“Singapore’s experience is a case study of relevance,” Yi Shyan said. “Our public and private sectors have accumulated knowledge in areas of mutual interest.”
One such area is in building and managing urban infrastructure.
Dr. Mo Ibrahim, Chairman of the Mo Ibrahim Foundation headquartered in London, also highlighted the importance of learning from such success stories. It is key, he said, that businesses coming into Africa ensure that they play a positive role in the sustainable development of the region; conduct business in an open and transparent manner and respect the environment.

Fonte: World Bank

quinta-feira, julho 08, 2010

Clube de Paris reduz dívida da Guiné-Bissau



Paris, França, 8 Jul - Os membros do Clube de Paris acordaram terça-feira com o governo da Guiné-Bissau um acordo de redução da dívida do país, de acordo com um comunicado da instituição que agrupa 19 países industrializados.

O comunicado adianta ter o acordo sido assinado "após a aprovação, em 7 de Maio passado, pelo Fundo Monetário Internacional de um novo acordo de três anos para a Facilidade de Crédito Alargada".

Assim, e atendendo à capacidade limitada da Guiné-Bissau para proceder à amortização da sua dívida, os países credores aceitaram diferir para depois de 31 de Dezembro de 2012 o pagamento da dívida de curto prazo do país bem como uma porção significativa dos atrasados relativos a esses créditos.

"Estas medidas deverão reduzir em mais de 98 por cento o serviço da dívida (incluíndo os atrasados) da Guiné-Bissau para com os credores do Clube de Paris entre 1 de Janeiro de 2010 e 31 de Dezembro de 2012", pode ainda ler-se no comunicado.

Participaram na reunião relativa à dívida da Guiné-Bissau, os governos da Bélgica, Dinamarca, França, Alemanha, Itália, Países Baixos, Federação Russa, Espanha e Reino Unido e ainda o Brasil, que é membro associado e não permanente do Clube de Paris.

Fonte: Macaub




sábado, junho 19, 2010

Guiné-Bissau recebe nova missão técnica do FMI





Uma nova missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) está na Guiné-Bissau, desde quinta feira, para contactos com as autoridades locais, soube a PANA junto do Ministério das Finanças em Bissau.

De acordo com uma nota oficial, a missão do FMI vai realizar dois seminários destinados a membros do Governo, doadores, Organizações não Governamentais, setor privado e sindicatos sobre o apoio ao programa económico do Governo e a iniciativa HIPC (sigla inglesa para Países Pobres Altamente Endividados).

Além dos dois seminários, refere a nota, o Ministério das Finanças vai também fazer uma apresentação pública das conclusões da missão anterior do FMI, realizada a dia 25 de Maio passado.

No mesmo mês, o FMI aprovou 33,3 milhões de dólares americanos (cerca de 26 milhões de euros) de apoio ao programa económico do Governo da Guiné-Bissau para os próximos três anos que, se for bem sucedido, significará um perdão da dívida.

A administração do FMI, reunida em Washington, aprovou ainda o pagamento de uma segunda prestação da ajuda, no valor de 1,5 milhão de dólares americanos, ao abrigo do programa de apoio a países altamente endividados.

A aprovação do programa de apoio, designado ECF, estava prevista para o início de Abril, mas foi adiada devido à instabilidade política registada na altura em Bissau, com a detenção de "alguns militares e políticos", indica a nota.

No âmbito do programa, o Governo prevê reformas na administração pública, no setor da defesa e segurança e na criação de melhorias de investimento para o setor privado.

A dívida externa da Guiné-Bissau está calculada em mais de 1,5 bilião de dólares e americanos. Desde 2001, o país tem tentado, sem êxito, cumprir com os critérios para que possa beneficiar de um perdão.


Fonte: Pana

sexta-feira, maio 28, 2010

Guine-Bissau e o unico entre os Paises Lusofonos com crescimento economico abaixo da media prevista para o Continente



O crescimento económico previsto, para este ano, em Angola é de 7,4 por cento, refere o relatório anual da ONU de Perspectivas Económicas Africanas, revelado, na segunda-feira, em Abidjan. 
O documento sublinha que os países lusófonos de África, mesmo os mais frágeis, como a Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, resistiram à crise global, mas precisam de “reformas urgentes” para estimularem as economias, refere o relatório anual de Perspectivas Económicas Africanas, revelado, na segunda-feira, em Abidjan. 
O diagnóstico é do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e da Comissão Económica para África da ONU. 
A estimativa para este ano é de retoma do crescimento económico para os países lusófonos de África, todos eles com níveis acima dos alcançados em 2009: Angola, 7,4 por cento, Cabo Verde, 5,1 por cento, Guiné-Bissau, 3,4 por cento, Moçambique, 5,1 por cento, e São Tomé e Príncipe 4,6 por cento.
Estes valores mostram que todos os países africanos lusófonos, à excepção da Guiné-Bissau, crescem acima da média prevista para o continente, 4,5 por cento. 
O continente vai registar, este ano, no seu todo, uma retoma no crescimento do PIB para 4,5 por cento, mas o período de grave crise económica global torna difícil aos países africanos alcançarem os Objectivos do Milénio das Nações Unidas estabelecidos para daqui a cinco anos. 
O continente reagiu melhor do que se pensava à crise, mas as marcas vão permanecer, avisaram economistas internacionais, refere o documento.

sexta-feira, maio 21, 2010

Defendida maior inserção de África na economia mundial



Luanda - O reitor da Universidade Lusíada de Angola, Mário Pinto de Andrade, defendeu hoje a necessidade de uma maior inserção do continente africano na economia mundial, pois representa cerca de 12 porcento da população mundial (900 milhões de habitantes).

 
O responsável, que falava durante a conferência comemorativa ao Dia de África, acrescentou que, apesar dos dados acima referenciados, o continente representa apenas um porcento do PIB mundial, igual percentagem de investimento directo estrangeiro e dois a três porcento do comércio mundial.

“Passaram-se oito anos desde a criação da União Africana, conseguiu-se acabar com o Apartheid, falta apenas uma maior inserção económica a nível mundial”, disse.

 
Ainda assim, informou que é o continente com a taxa de crescimento populacional mais rápida e com uma taxa de mortalidade infantil igualmente elevada.

 
Por outro lado, disse, num total de 48 países mais pobres a nível mundial, 33 são africanos e 32 países com índice de desenvolvimento humano baixo e num total de 42 milhões de pessoas infectadas com vírus HIV, cerca de 20 milhões são africanas, assim como 70 porcento da população africana activa está envolvida na economia informal.

 
Para o professor universitário, os líderes africanos estão preocupados com o combate à pobreza, com a boa governação, poder e uma melhor estratégia para o desenvolvimento do continente.

 
Apesar das várias dificuldades que ainda enfrenta, África de 2009 a 2010 registou a existência de conflitos na Guiné-Bissau, Guiné-Conacri, no Zimbabwé, golpe de estado na Mauritânia, conflito no Sudão e no Madagáscar, entre outros, apesar disso vimos também a consolidação com eleições em vários países do continente, como Gabão, Sudão, Ilhas Maurícias, considerou.

 
Para finalizar, Mário Pinto de Andrade frisou que o continente, apesar de todas as vicissitudes, hoje é mais respeitado a nível internacional e vê-se agora países como Angola, África do Sul , Nigéria, Ghana e Egipto a participarem na cimeira do G8 e G20 como reconhecimento dos esforços económicos e sociais que estes países estão a fazer, no sentido das suas economias serem mais competitivas a nível internacional.


Anualmente a Universidade Lusíada de Angola realiza a reflexão sobre o continente africano, no âmbito da comemoração do 25 de Maio, dia de África.

Fonte: angop

quinta-feira, maio 20, 2010

Desemprego é o maior desafio à economia africana, diz ONU


A economia africana vai registrar uma recuperação visível em 2010, apesar da alta taxa de desemprego, afirmou ontem (18) um relatório da ONU sobre a economia do continente.
Segundo o documento intitulado "Relatório sobre a Economia Africana em 2010", emitido pela Comissão Econômica para África (UNECA, na sigla em inglês), a economia do bloco deve registrar este ano um crescimento de 4,8% graças à revitalização da economia global.
No entanto, a alta taxa de desemprego do continente será mantida mesmo no período de desenvolvimento acelerado, afirmou a UNECA, que apontou ainda o aumento excessivo da população como uma das causas do problema.
O relatório sugere aos países africanos que desenvolvam suas economias de forma diversificada, através da transformação do modelo de crescimento econômico, hoje muito dependente da exploração dos recursos naturais.

Fonte: CRI Online



Banco Africano de Desenvolvimento apoia Orçamento de Estado da Guiné-Bissau



Bissau, Guiné-Bissau, 19 Mai - O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) atribuiu um financiamento de 8,5 milhões de dólares para apoio ao Orçamento de Estado da Guiné-Bissau, nos termos de um acordo terça-feira assinado em Bissau.

A ministra da Economia, Helena Embló, adiantou que o financiamento vai permitir ao governo do país avançar nas reformas estruturais, em particular no domínio das finanças públicas, a fim de "podermos vir a beneficiar da redução em 80 por cento da nossa dívida externa".

Presentes na cerimónia de entrega do apoio financeiro estiveram também o embaixador de Portugal, António Ricoca Freire, o representante da União Europeia, Franco Nulli, e a representante do Programa da ONU para o Desenvolvimento na Guiné-Bissau, Giuseppina Mazza.

O governo da Guiné-Bissau precisa de realizar uma série de reformas a nível económico para para poder vir a beneficiar do perdão de cerca de 80 por cento da sua dívida externa, actualmente estimada em cerca de 1100 milhões de dólares. 



Fonte: MacauHub


segunda-feira, maio 10, 2010

África quer mudar de estratégia agrícola



A 20ª reunião do Fórum Económico Mundial (FEM) sobre África terminou no fim de semana em Dar es-Salaam, na Tanzânia, com o compromisso dos participantes de continuar a reflexão para soluções comuns às dificuldades da agricultura no continente.

Componente essencial da economia africana, o setor agrícola é fornecedor de 70 porcento dos empregos em países africanos como a Tanzânia.

Mas, as mudanças climáticas poderão reduzir em 25 porcento a produção agrícola nos próximos anos, "ameaçando igualmente a segurança alimentar e os eventuais rendimentos no plano económico".

"Não acredito na necessidade de cada país ter uma nova abordagem sobre a agricultura", declarou o Vice-Primeiro-Ministro do Zimbabwe, Arthur Mutambra, que questionou o que os países africanos conseguiram fazer das suas visões anteriores.

Para melhorar o perfil da sua agricultura, Mutambra considera que os blocos económicos regionais como a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) deverão estudar as suas visões regionais respetivas para permitir à agricultura ocupar um lugar de eleição tanto na vida das populações como na economia em geral.

O continente africano está confrontado com uma necessidade mais urgente de modernizar as suas políticas agrícolas, tendo em conta a explosão demográfica que ela regista, declararam os participantes no FEM.

Explicando as razões do atraso do desenvolvimento agrícola na Etiópia numa altura em que a maior parte da sua população sobrevive graças à ajuda humanitária, o primeiro-ministro, Meles Zenawi, admitiu que o espetro persistente da fome no seu país constitui "um dilema".

A Etiópia conheceu uma grande fome que, conduziu ao derrube, em 1975, do regime do imperador Haile Selassie e uma outra combinada com uma seca que assolou o país em 1984/85 sob o regime ditatorial do coronel Mengistu Haile Mariam.

Meles declarou que, desde a sua ascensão ao poder depois de derrubar o regime de Mengistu, em 1991, "o seu Governo tem conseguido dar uma assistência alimentar às populações confrontadas com um problema de sobrevivência".

A propriedade e a disponibilidade das terras são os factores essenciais que podem fazer da agricultura um motor do desenvolvimento em África. Na Etiópia, as terras foram nacionalizadas e distribuídas aos camponeses em 1985.

O contrato de cessão de terras não impediu os camponeses na Etiópia de dobrar todos os 10 anos a sua produção alimentar, mas a desnutrição e a insegurança alimentar ameaçam a população.

"Nos últimos 18 anos, surgiram pelo menos 30 milhões de pessoas suplementares por alimentar. Mas não devemos limitar os nossos nascimentos", declarou Meles.

Segundo o Presidente da Tanzânia, Jakaya Mrisho Kikwete, anfitrião este ano da reunião do FEM, o maior problema de África é a falta de meios.

Os participantes no FEM indicaram que os camponeses necessitaram de ajuda para transformar, para o seu consumo, os produtos da sua colheita dos quais eles conhecem o valor nutritivo.

Além disso, a tecnologia vai tornar a agricultura mais atrativa para os jovens que representam 60 porcento da população em África mas não está interessada por esta atividade que eles julgam aborrecida.



Fonte: Panapress

FMI aprova apoio financeiro à Guiné-Bissau



Washington, Estados Unidos da América, 10 Mai - O Fundo Monetário Internacional aprovou sexta-feira um apoio de 33,3 milhões de dólares ao programa económico do governo da Guiné-Bissau para os próximos três anos, que, se tiver sucesso, significará um perdão de dívida.

A administração do FMI, reunida em Washington, aprovou ainda o pagamento de uma segunda fatia de ajuda, no valor de 1,5 milhões de dólares, ao abrigo do programa de apoio a países altamente endividados (HIPC), refere a instituição financeira em comunicado divulgado na sua página electrónica.

A aprovação do programa de apoio, designado ECF, estava prevista para o início de Abril, mas foi adiada devido à desestabilização política registada naquela data em Bissau, com a detenção de alguns militares e políticos.

No âmbito do programa, o governo prevê reformas na administração pública, no sector da defesa e segurança e na criação de melhorias de investimento para o sector privado.

Na nota hoje divulgada, o FMI sublinha que um desempenho satisfatório “pode abrir o caminho ao alívio da dívida até ao final do ano”.

A dívida externa da Guiné-Bissau está calculada em mais de 1,5 mil milhões de dólares e desde 2001 que o país tem tentando, sem êxito, cumprir com os critérios para que possa beneficiar de um perdão.



Fonte: MacauHub

quinta-feira, maio 06, 2010

Começa em Dar-es-Salam o Fórum Económico para África



A reunião, que visa apresentar alternativas para relançar a economia africana no período pós-crise financeira, será aberta pelo chefe do Estado tanzaniano .
Dar-es-Salam - O vigésimo Fórum Económico Mundial para África, reunindo mais de 1000 participantes oriundos de pelo menos 85 países, entre chefes de Estado e de Governo, académicos, homens de negócios e representantes da sociedade civil, começa nesta quarta-feira (5), em Dar-es-Salam, capital da Tanzânia.

A reunião, que visa apresentar alternativas para relançar a economia africana no período pós-crise financeira, será aberta pelo chefe do Estado tanzaniano e presidente em exercício da União Africana (UA), Jakaya Mrisho Kikwete.

Vários chefes de Estado e de Governo de África confirmaram a sua participação no Fórum, nomeadamente os presidentes Armando Guebuza, de Moçambique, Paul Kagame, do Rwanda, Ali Ben Bongo Ondimba, do Gabão, Hifikepunye Pohamba, da Namíbia, Jacob Zuma, da África do Sul, e Boni Yayi, do Benin. São esperados também os primeiros-ministros Raila Amolo Odinga, do Quénia, Morgan Tsvangirai, do Zimbabwe, e Meles Zenawi, da Etiópia.

domingo, abril 25, 2010

FMI projecta um crescimento de 5,0% para economia de Cabo Verde


Praia - O Fundo Monetário Internacional (FMI) projecta um crescimento de 5,0% para a economia de Cabo Verde este ano e de 5,5% no próximo ano, informa a publicação desta instituição, o World Economic Outlook .

Segundo a fonte, depois de Cabo Verde ter registado em 2009 um crescimento de 4,1%, o Fundo Monetário Internacional (FMI) projecta para este ano um crescimento de 5,0% e 5,5% em 2011.

Em relação aos demais PALOPs, o FMI prevê que a economia de Angola deverá ter uma forte recuperação este ano, podendo crescer 7,1%. Relativamente ao Produto Interno Bruto (PIB) de Angola, depois de uma quebra de 0,4% em 2009, a expectativa é de que este crescerá 7,1% este ano e 8,3% em 2011.

Os outros países africanos de língua portuguesa viram as suas economias progredir mesmo em ano de crise internacional, mas com uma desaceleração do crescimento que será invertida este ano e no próximo. É o caso da economia de Moçambique, que deverá crescer 6,5% este ano e 7,5% em 2011, melhor que os 6,3% registados em 2009.

O PIB da Guiné-Bissau deverá registar uma progressão de 3,5% em 2010 e de 4,3% em 2011. O de São Tomé e Príncipe crescerá 4,5% este ano e 5,5% no próximo, acima dos 3,0% e 4,0%, respectivamente, conseguidos em 2009.

Fonte: AngolaPress

sexta-feira, abril 16, 2010

Bissau - O Banco Mundial (BM) prometeu um apoio ao orçamento da Guiné-Bissau no valor de seis milhões de dólares (4,4 milhões de euros - um euro equivale a 126, 392 kwanzas), divulgou hoje (quinta-feira) o Ministério da Economia guineense. Em comunicado enviado à Agência Lusa, o ministério referiu que esta promessa de apoio foi feita pela equipa do Banco Mundial (BM) que chegou hoje a Bissau para analisar formas de ajuda ao país durante uma reunião com o ministro das Finanças guineense. A mesma equipa se reúne sexta-feira com a ministra da Economia da Guiné-Bissau, Helena Embalo, para preparar a nova estratégia de intervenção do BM no país. No encontro de sexta-feira com Helena Embalo, será analisada uma proposta de Memorando Económico da Guiné-Bissau "destinado a servir de suporte para um futuro programa do banco no país", refere a nota. O programa tem como objectivo ajudar a Guiné-Bissau a superar o baixo crescimento económico, a instabilidade política e a fragilidade institucional registadas na última década.



Bissau - O Fundo da ONU para a População (FNUAP) vai apoiar o Ministério da Economia da Guiné-Bissau a concluir o recenseamento geral da população, anunciou hoje (quinta-feira) o ministério em comunicado. 
 
Segundo a mesma fonte, a agência da ONU vai apoiar com 650 mil dólares (480 mil euros - um euro equivale a 126,392 kwanzas) o Recenseamento Geral da População e da Habitação para permitir a actualização dos programas e planos de desenvolvimento do país. 
 
Os dados do recenseamento vão servir também para "orientar as análises sobre mortalidade materno-infantil, fecundidade, índice demográfico dos jovens e as migrações internas", refere o comunicado. 
 
O FNUAP vai também apoiar com um financiamento de 300 mil dólares (221,4 mil euros) o "desenvolvimento da capacidade do Comité Técnico de Implementação e Seguimento do Documento de Estratégia Nacional de Redução da Pobreza (DENARP)".

BM promete apoio de seis milhões de dólares ao orçamento



Bissau - O Banco Mundial (BM) prometeu um apoio ao orçamento da Guiné-Bissau no valor de seis milhões de dólares (4,4 milhões de euros - um euro equivale a 126, 392 kwanzas), divulgou hoje (quinta-feira) o Ministério da Economia guineense.   
 
Em comunicado enviado à Agência Lusa, o ministério referiu que esta promessa de apoio foi feita pela equipa do Banco Mundial (BM) que chegou hoje a Bissau para analisar formas de ajuda ao país durante uma reunião com o ministro das Finanças guineense. 
 
A mesma equipa se reúne sexta-feira com a ministra da Economia da Guiné-Bissau, Helena Embalo, para preparar a nova estratégia de intervenção do BM no país.  
 
No encontro de sexta-feira com Helena Embalo, será analisada uma proposta de Memorando Económico da Guiné-Bissau "destinado a servir de suporte para um futuro programa do banco no país", refere a nota. 
 
O programa tem como objectivo ajudar a Guiné-Bissau a superar o baixo crescimento económico, a instabilidade política e a fragilidade institucional registadas na última década. 

Fonte: Angola Press

Guiné-Bissau: Missão do FMI chega ao país para mais uma avaliação



Bissau – Uma missão do Fundo Monetário Internacional (FMI), chefiada pelo responsável do FMI, Paulo Droumon, chega esta quinta-feira à Guiné-Bissau.
A notícia foi avançada à PNN por uma fonte do Ministério das Finanças guineense, segundo a qual, a missão será chefiada pelo responsável do FMI para a Guiné-Bissau, Paulo Droumon. O responsável do FMI chega assim ao país, quinze dias depois de golpe militar de dia 1 de Abril, com o objectivo de proceder à avaliação do programa de cooperação entre o Governo da Guiné-Bissau e o FMI.

A fonte do Ministério das Finanças garantiu, por outro lado, que o programa de cooperação da Guiné-Bissau com FMI não foi afectado, pelo recente golpe militar que sacudiu o país. «Em princípio não houve nada, em relação à nossa cooperação com o FMI, porque nada foi alterado, a nível de gestão das finanças públicas. O único problema que existe é de carácter militar, como é de conhecimento de todos nós», disse a nossa fonte.
Fonte: Jornal Digital
Confiante nos resultados de perdão da dívida da Guiné-Bissau, a mesma fonte avançou que durante o primeiro trimestre do ano 2010, a gestão das finanças públicas melhorou bastante. Relativamente à data inicialmente prevista para a assinatura do programa de perdão da dívida com a Guiné-Bissau, a fonte do Ministério das Finanças avançou que tinha sido marcado o dia 2 de Abril para a reunião do Conselho de Administração do FMI, para efeitos de aprovação do programa de cooperação, mas que ficou comprometido, devendo agora ser fixada uma nova data para o efeito.

quarta-feira, abril 14, 2010

“A GUINÉ-BISSAU DÁ TODAS AS GARANTIAS AOS NEGÓCIOS E INVESTIMENTOS EXTERNOS” - PM CARLOS GOMES JÚNIOR | Gaznot.com

“A GUINÉ-BISSAU DÁ TODAS AS GARANTIAS AOS NEGÓCIOS E INVESTIMENTOS EXTERNOS” - PM CARLOS GOMES JÚNIOR | Gaznot.com

PAULO GOMES, ADMINISTRADOR DO ECOBANK : “ESTABILIDADE EM ÁFRICA SÓ COM EMPRESAS FORTES” | Gaznot.com

PAULO GOMES, ADMINISTRADOR DO ECOBANK : “ESTABILIDADE EM ÁFRICA SÓ COM EMPRESAS FORTES” | Gaznot.com

ÓRGÃOS DA UEMOA REUNIRAM EM BISSAU - DIRIGENTES AVALIAM SITUAÇÃO MONETÁRIA E O DIREITO BANCÁRIO DA UNIÃO | Gaznot.com

ÓRGÃOS DA UEMOA REUNIRAM EM BISSAU - DIRIGENTES AVALIAM SITUAÇÃO MONETÁRIA E O DIREITO BANCÁRIO DA UNIÃO | Gaznot.com

BISSAU TERÁ NOVA AUTO-ESTRADA DENTRO DE 13 MESES | Gaznot.com

BISSAU TERÁ NOVA AUTO-ESTRADA DENTRO DE 13 MESES | Gaznot.com

quarta-feira, março 17, 2010

País tem "potencial real" para o investimento - Galp Energia


O responsável pela Galp Internacional, Carlos Bayan Ferreira, disse hoje à agência Lusa que a Guiné-Bissau tem um "potencial real" para o investimento e é possível as empresas ficarem, "desde que sejam sérias".
"Penso que nós [Galp Energia] podemos ser um exemplo de que é possível na Guiné as empresas ficarem desde que sejam sérias e tenham uma perspetiva de que não se ganha o dinheiro de um dia para o outro", afirmou Carlos Bayan Ferreira.
"Nós somos uma empresa que está quase há 50 anos na Guiné e nunca saímos da Guiné", referiu, sublinhando que a Galp Energia ficou porque realmente acredita no país.
"Acreditávamos no país e pensamos que a nossa aposta está ganha", sublinhou.
"Neste momento temos uma posição na Guiné, que é uma posição estável, temos um grupo de empresas que ganha dinheiro, temos boas relações com o Estado da Guiné, somos cumpridores da legislação e da legalidade e isso permitiu-nos ficar na Guiné ao longo destes anos todos", explicou o responsável.
Segundo Carlos Bayan Ferreira, a Galp Energia vai continuar a investir no país e a "aproveitar as oportunidades".
"Acima de tudo, queremos ser um fator de estabilidade no país. Sem combustível nenhum país vive e nós temos sido um fator de estabilidade. Quando os outros não têm, nós temos sempre", salientou.
Sobre a situação de estabilidade no país, o diretor da Galp considerou que ainda existem "algumas feridas abertas que não estão completamente saradas".
"O que esperamos é que essas feridas não reabram nunca e se caminhe com o apoio da comunidade internacional para se curarem definitivamente essas feridas", afirmou.
"A Guiné-Bissau tem um potencial real e é preciso que haja estabilidade e que o país tenha oportunidade para desenvolver esse potencial", concluiu.
O primeiro ministro da Guiné-Bissau termina hoje uma visita oficial a Portugal com o objetivo de reforçar a cooperação entre os dois países e relançar a economia no país.
Depois de um jantar, na terça feira, com a Associação Industrial Portuguesa, Carlos Gomes Júnior abre hoje um seminário empresarial na Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).
Fonte: O Destak

Mesa-redonda de doadores em Outubro


Lisboa - O Primeiro -ministro da Guiné-Bissau, Carlos Gomes Júnior, disse hoje  (terça-feira) que a mesa redonda de doadores para apoiar o desenvolvimento do país deverá ocorrer em Outubro. 

"Em Outubro estamos a programar uma mesa redonda mais ampla que não visará somente a reforma do sector de defesa e segurança, mas visará também o crescimento económico (...) a questão do narcotráfico, o crime organizado", disse Carlos Gomes Júnior. 
 
"Uma mesa redonda para a qual contaremos com o apoio forte de Portugal, da União Europeia e dos nossos principais parceiros de desenvolvimento", acrescentou. 
 
O Primeiro-ministro guineense falava no final de um encontro com o Presidente português, Cavaco Silva, no âmbito de uma visita oficial de dois dias que está a realizar a Lisboa.  
 
Sobre a reunião de alto nível a realizar a 06 de Junho, em Nova Iorque, na sede das Nações Unidas, Carlos Gomes Júnior explicou que servirá para "discutir com os parceiros a criação de um fundo de pensões". 
 
O fundo de pensões é um "pacote estimado em cerca de 35 milhões de euros" para pagar as pensões dos militares que vão sair das forças armadas guineense após a reforma daquele sector. 
 
"Para quando fizermos a reforma nas forças armadas os militares que forem para a reforma possam ter uma pensão condigna", disse. 

Fonte: ANGOP

AIP destaca Guiné-Bissau como plataforma para oportunidades de negócios

O presidente da Associação Industrial Portuguesa (AIP), Jorge Rocha de Matos, destaca a importância da Guiné-Bissau como plataforma para oportunidades de negócios na Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).
 
A Guiné-Bissau faz parte do espaço da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental e da União Económica e Monetária Oeste-Africana, recorda Jorge Rocha de Matos, afirmando que tal "significa que cada país da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa [CPLP] que faz parte de um espaço de integração regional constitui uma importante plataforma para um mercado mais vasto e que importa potenciar conjuntamente".

No aspecto bilateral, e apesar de Portugal e a Guiné-Bissau manterem relações comerciais, Jorge Rocha de Matos considera que estas "têm um potencial que está longe de ser explorado. Existe aqui um espaço de oportunidade para uma parceria bilateral, tanto a nível comercial como do investimento".

"Creio que temos um conjunto de áreas e sectores em relação aos quais faz todo o sentido desenvolver esta parceria entre Portugal e a Guiné-Bissau, envolvendo investimento privado e cooperação".

Os sectores do turismo, alimentar, agro-indústria, pescas, construção, infra-estruturas, tecnologias da informação e da comunicação são algumas das áreas apontadas por Jorge Rocha de Matos como "oportunidades de negócio" na Guiné-Bissau.

Jorge Rocha de Matos falava num jantar oferecido pela Associação Industrial Portuguesa ao primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Carlos Gomes Júnior, que termina hoje a visita oficial a Portugal.

Para o primeiro-ministro guineense o encontro organizado pela AIP é de "suma importância, porque é uma aproximação com a classe empresarial portuguesa". "Desde a nossa chegada que temos sido bem acolhidos e os contactos têm sido promissores. Estamos esperançados", acrescentou Carlos Gomes Júnior.
Fonte:OJE/Lusa

quarta-feira, março 10, 2010

Guiné-Bissau paga parte da dívida a empresários locais



OJE/Lusa

O governo da Guiné-Bissau deu hoje ao sector privado 3,5 biliões de francos CFA (4,5 milhões de euros) como parte da dívida contraída com os empresários locais entre 1974 e 1999.

O total da dívida contraída entre aquelas datas é de cerca de 18 biliões de francos CFA (27,4 milhões de euros).

O acordo para o pagamento da chamada dívida auditada foi hoje rubricado pelo ministro das Finanças guineense, José Mário Vaz, e pelo presidente da Câmara do Comércio, Indústria e Agricultura (CCIA), Braima Camará.

O ministro das Finanças disse que com esse dinheiro, a ser mobilizado junto dos bancos comerciais de Bissau, o governo pretende "dar um novo fôlego" à actividade económica no país e consequentemente "ajudar o sector privado".

"Dissemos, no ano passado, que 2010 seria o ano do sector privado, depois de termos regularizado o pagamento dos salários (aos funcionários públicos) e termos liquidado a nossa dívida para com a banca comercial", afirmou Mário Vaz.

Segundo o ministro das Finanças, a partir do pagamento parcial da dívida, o sector privado do país estará em condições de participar na campanha de comercialização da castanha do caju, principal produto de exportação do país, cujo lançamento esta previsto para o diz 27 deste mês.

Para o presidente do CCIA, os empresários da Guiné-Bissau poderão a partir de agora pensar no relançamento da sua actividade "bastante afectada há vários anos" e ainda "ajudar no processo de desenvolvimento, com o pagamento dos impostos".

Braima Camará defendeu ainda que sem o pagamento, mesmo que parcial, da dívida do governo ao sector privado "seria difícil que os empresários" tomassem parte na campanha de comercialização da castanha do caju.

sábado, março 06, 2010

FMI elogia desempenho macroeconómico

O Fundo Monetário Internacional (FMI) considerou satisfatório o desempenho macroeconómico do Governo da Guiné-Bissau no ano passado, apesar das condições adversas internas e externas e anunciou um acordo preliminar.

O chefe da delegação do FMI afirmou que, se forem tomadas, este ano, algumas medidas, o país pode ter ainda mais apoios.

Paulo Drumond disse que o “acordo preliminar de financiamento” do FMI ao Governo, a ser concedido nos próximos três anos, deve ser assinado em Março. Uma das áreas do programa do Governo que vai beneficiar do financiamento é a reforma da administração pública, do sector da defesa e segurança.

O Governo prometeu “um forte investimento” - cerca de 60 por cento dos recursos gerados no país - nas áreas da educação, saúde, agricultura e infra-estruturas públicas. Se a Guiné-Bissau tiver “um bom desempenho”, ao abrigo do acordo, tem boas hipóteses de conseguir, ainda este ano, a inclusão na lista de nações beneficiárias da iniciativa HPPIC destinada a países pobres e altamente endividados.

O Governo da Guiné-Bissau liquidou os mais de 14 mil milhões de francos CFA que tinha em dívida para com os bancos comerciais do país.

Agora estão agora criadas condições para que o sector bancário possa fazer um empréstimo aos operadores económicos nacionais, na campanha de comercialização da castanha de caju que se avizinha.

A castanha de caju é o produto de maior rentabilidade na balança da economia guineense.

Quanto ao pagamento da dívida interna, no valor de 3,5 milhões de francos CFA, já foi criada uma comissão e os trabalhos preparativos para o embolso estão em curso.

“Vamos pagar somente as dívidas auditadas pelos consultores internacionais. O pagamento das restantes depender das auditorias que vão sendo feitas”, afirmou uma fonte do Ministério das Finanças
 
Fonte: Jornal de Angola

Guiné-Bissau tem "janela de oportunidade sem precedentes"- chefe da Missão da ONU

O chefe da Missão Integrada das Nações Unidas na Guiné-Bissau (UNIOGBIS) afirmou hoje perante o Conselho de Segurança das Nações Unidas que a estabilidade política e a atenção internacional criaram uma "janela de oportunidade sem precedentes" para o país.

Joseph Mutaboba, chefe de missão e representante do secretário geral na Guiné-Bissau, compareceu esta manhã perante o Conselho de Segurança, na sede da ONU em Nova Iorque, para apresentar o último relatório das Nações Unidas sobre o país, divulgado esta semana.

No centro da "agenda de estabilização e desenvolvimento" da Guiné-Bissau, afirmou, está a reforma do setor de segurança, que já conta com um pacote legislativo na Assembleia Nacional e com uma equipa de apoio da UNIOGBIS quase completa, que em breve irá lançar um "plano de ação para a paz e desenvolvimento", com objetivos específicos para avaliar os progressos.

"O ano de 2010 para a Guiné-Bissau é um ponto de viragem. A comunidade internacional e as autoridades nacionais estão cientes de que as coisas têm de ser feitas e feitas da maneira certa", disse Joseph Mutaboba à Lusa, após a reunião.

De acordo com uma declaração emitida pelo Conselho de Segurança após a reunião, a missão irá assumir "papel de liderança" no apoio à reforma da segurança, com enfoque na polícia, nos programas transversais ao setor e na mobilização de recursos.

Para Mutaboba, exemplos da estabilização política são a recente nomeação (a 11 de fevereiro) do líder da oposição Kumba Yalá para o Conselho de Estado e a criação de comissões parlamentares para a revisão da Constituição e da legislação local, a pedido da oposição.

No plano financeiro, o representante sublinhou que as reformas fiscais ganharam andamento e que, pela primeira vez desde 2004, o governo tinha em dia os salários dos funcionários públicos.

Salientou ainda que o país está prestes a atingir o ponto de conclusão da Iniciativa para os Países Altamente Endividados (HIPC, na sigla inglesa), que representaria um perdão de dívida de perto de 700 milhões de dólares, equivalente ao total atual.

Mas também alertou para o "difícil ambiente regional" com que a Guiné-Bissau se depara, que inclui golpes militares, conflitos étnicos e interreligiosos, tráfico de droga, depredação de recursos naturais e pesca ilegal.

Maria Luiza Ribeiro Viotti, embaixadora brasileira junto da ONU que chefia a Comissão para a Configuração da Paz na Guiné-Bissau, sublinhou a necessidade de articular a reforma de segurança com a criação de empregos, principalmente entre os jovens, e com a revitalização da economia.

Alertou ainda para a necessidade de aprovação "expedita" da segunda tranche de recursos do Fundo para a Construção da Paz, para que a Guiné-Bissau possa "consolidar ganhos e fazer mais progressos", tendo em atenção a capacidade de absorção do país e a coordenação entre os diferentes doadores.

A Guiné-Bissau foi representada pelo embaixador Alfredo Lopes Cabral, que sublinhou o facto de o governo estar a pagar salários e a dialogar com a oposição.

O sistema de segurança é a "principal prioridade", mas também a administração pública deverá ser alvo de reforma, tendo em vista torná-la "escrupulosamente transparente".

Quanto ao tráfico de droga, a Polícia Judiciária tem hoje "mais recursos para combater o flagelo que afeta toda a região", adiantou Lopes Cabral.